terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Carta aberta aos jornalistas e à imprensa


Amigo(a) Jornalista,



      A crise política a que assistimos não é a crise de um partido ou governo, é a crise do regime de república presidencialista, importado por um grupo de militares descontentes que, seduzidos por civis ávidos de poder, depuseram e baniram o Imperador D. Pedro II e sua família.

      O sistema republicano, manipulável e manipulado, faz a alegria do empresariado estrangeiro, o qual financia, elege e derruba “governantes” sempre de acordo com seus interesses. Os políticos legislam em causa própria visando apenas à próxima eleição. Enquanto isso, o povo, os trabalhadores  e os jornalistas penam num país saqueado pela corrupção.

      Mas o Brasil nem sempre foi assim: quando éramos uma Monarquia Parlamentarista tínhamos o Poder Moderador, exercido por D. Pedro II, que podia demitir maus governantes e fiscalizava os políticos. Foi famoso o “lápis fatídico” com o qual o Imperador anotava em seu caderninho o nome dos corruptos, que ficavam impedidos de assumir cargos públicos. Nossa pátria tinha impostos sob controle, inflação controlada, moeda forte, reputação internacional e, acima de tudo, liberdade de imprensa.

      O Brasil caminhava para um futuro brilhante: com a Princesa Isabel teríamos uma reforma agrária com a concessão de terras aos negros alforriados, teríamos o voto feminino ainda no século XIX, seríamos a vanguarda das nações. Mas um urubu pousou na nossa sorte: com o golpe militar de 15 de novembro de 1889 veio a imunidade parlamentar, veio a chacina de Canudos, veio o caudilhismo, 3 golpes militares, 6 constituições, instabilidade, inflação e o descaramento dos políticos que nos escandaliza hoje. E apenas um mês e meio após a derrubada da Monarquia veio a chamada “Lei da rolha” em 23 de dezembro de 1889, que plantou no Brasil a censura, palavra que a imprensa desconhecia no regime monárquico. Um dos pilares da democracia é a liberdade de imprensa, e esta nunca apanhou tanto e se viu tão ameaçada como nesses 126 anos de República.

      Peço ao(à) amigo(a) jornalista que neste natal, ao estourar uma champanhe ou espumante, lembre-se que aquela rolha serviu de nome ao primeiro atentado contra esses profissionais da defesa da liberdade de opinião, informação e pensamento. Lembre-se que com apenas um mês de vida a República já atentou contra sua profissão e até hoje, dia sim dia não, tenta amordaçá-la. Mas lembre-se, acima de tudo, que há um braço forte para defendê-lo(a): está ali em São Paulo, é o bisneto da Princesa Isabel, Dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança, nosso imperador de jure. Convido o(a) amigo(a) a aclamá-lo, para que ele tire do bolso o lápis fatídico de seu tetravô e, com esse lápis, risque a corrupção de nossa política para que você, com sua caneta, possa escrever um novo futuro para o Brasil, cheio de boas notícias. Feliz Natal.



Acesse o site oficial da Família Imperial Brasileira:




Junte-se ao movimento monárquico:






Porto Alegre, 15 de dezembro de 2015

Alessandro Pereira Rodrigues

Servidor público, Monarquista.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O Brasil precisa restaurar a Monarquia Parlamentar, urgentemente!!!
 

      Muitas pessoas acham a monarquia um regime ultrapassado, dispendioso e antidemocrático. Acham, pois não buscam informações e permanecem uma vida inteira mergulhados no “achismo”. Por isso exponho alguns dados relevantes para reflexão.
      Dentre os 14 países com mais desenvolvidos do mundo, 8 são monarquias (Noruega, Austrália, Holanda, Nova Zelândia, Canadá, Dinamarca, Suécia, Reino Unido) enquanto que os 14 países mais pobres do mundo são todos repúblicas1. Não é verdade que as monarquias são caras. Cito o exemplo da monarquia no Reino Unido: o orçamento para a família real britânica em 2010 foi de £ 40 milhões, mas a monarquia britânica gerou um lucro de £ 200 milhões para o Reino Unido, oriundo da Crown Estate, entidade que administra as propriedades monárquicas, que geram receita por várias fontes, dentre elas o turismo2. A monarquia favorece a democracia, vale lembrar que um sistema de monarquia parlamentarista é bicameral, ou seja, possui um senado e uma câmara de deputados. Foi o sistema que vigorou no Brasil entre 1822 e 1889, com eleições regulares, alternância de partidos, sem nenhum golpe ou estado de sítio. Certamente alguém dirá: “se há deputados, há corrupção.”. Ocorre que no caso do Brasil, com o quarto poder, chamado Poder Moderador, exercido pelo monarca, sempre que a câmara ou senado se mostrasse corrupta, ela podia ser dissolvida pelo soberano que imediatamente convocava novas eleições.
      O Brasil nasceu pela tradição monárquica, primeiro com a Coroa Portuguesa, desde 1500 até o século XIX. Após a independência, proclamada por D.Pedro I em 7 de setembro de 1822, a tradição monárquica foi mantida pelos descendentes de D.João VI. A própria ata de declaração da independência foi assinada no senado pela Imperatriz Leopoldina, que regia o Brasil durante as viagens de D. Pedro I pelo interior do Brasil. Efetivamente, nossa independência foi ato da Imperatriz Leopoldina, nossa primeira governante.
      Com a abdicação de D.Pedro I, o trono passou a seu filho, D.Pedro II, certamente o maior estadista que já tivemos. Durante seu reinado, o Brasil consolidou sua unidade política, ampliou suas receitas pela agricultura de exportação, abriu estradas, ferrovias. Em 1876 numa feira na Filadélfia, EUA, Graham Bell apresentava ao mundo seu invento, o telefone, e já em 1877 era implantada a primeira linha telefônica no Rio de Janeiro.
      D. Pedro II era respeitado e admirado por pessoas como Graham Bell, Charles Darwin, Victor Hugo, Friedrich Nietzsche, além de ser amigo de Richard Wagner, Luis Pasteur, Jean Martin Charcot, Henri Wadsworth Longfellow.
      Tamanho foi o prestígio do Brasil monárquico que nosso país atuou diversas vezes como árbitro em litígios internacionais em que eram parte EUA, França, Alemanha, dentre outras nações.
      Também a questão da escravidão foi resolvida com grande prudência: não podia o governo aboli-la de uma só vez pois isso resultaria em confronto direto com a elite cafeicultora e açucareira, desencadeando, possívelmente uma guerra civil, como ocorreu nos EUA durante a Guerra da Secessão. Por isso o império brasileiro tratou da abolição por etapas: com a lei Eusébio de Queiroz (1850), Lei do ventre livre (1871), Lei dos sexagenários (1885) e por fim, a abolição em 1888, assinada pela Princesa Isabel que governou o Brasil enquanto D. Pedro II estava doente.
      Um ano após o último golpe contra a escravidão, que descontentou os cafeicultores, foi a vez destes darem um golpe na monarquia, aproveitando-se de dissidências militares, depondo e banindo o nosso melhor governante que partiu para o exílio na Europa. Na partida do imperador deposto, o golpista Marechal Deodoro ofereceu-lhe uma indenização milionária, que D. Pedro II prontamente recusou pois o dinheiro não era do Marechal mas do povo brasileiro. Foi o maior exemplo de honestidade, de moralidade, de probidade, virtudes das quais estamos tão carentes nos dias de hoje.
      Após o golpe instaurou-se a República, que não melhorou a vida do povo, provocou mais mortes do que a independência, sem falar no genocídio de Canudos. Em 126 anos de República tivemos seis constituições, três golpes militares, fomos vítimas de opressão, repressão, com incompetentes e oportunistas ocupando o cargo de presidente. Para se manter como forma de governo, a república proibiu até 1988 que se defendesse a monarquia. Hoje vemos um escândalo de corrupção atrás de outro. E infelizmente não temos mais um imperador para dissolver uma câmara corrupta e convocar novas eleições. Somos obrigados a suportar os corruptos até o fim de seus mandatos.
      O que pouca gente sabe, pois não nos é ensinado nas escolas, é que o Brasil possui uma Família Imperial, legítima herdeira do trono de D. Pedro II, composta por seus descendentes. Pela linha de sucessão temos os trinetos de D.Pedro II são D. Luiz Gastão de Orleans e Bragança (1º sucessor), D. Bertrand de Orleans e Bragança (2º sucessor), D. Antônio João de Orleans e Bragança (3º sucessor), e os tetranetos de D.Pedro II, D. Rafael Antônio Maria de Orleans e Bragança (4º sucessor) e D Maria Gabriela Fernanda de Orleans e Bragança (5ª sucessora).
      Não podemos mais ser governados por qualquer um, por políticos aventureiros e oportunistas financiados por empresas, pois, quando eleitos, governam não para o povo mas para seus financiadores. Precisamos de um monarca, herdeiro da tradição de D. Pedro II, preparado desde a infância para governar. Precisamos de um monarca que não é financiado por empresas e por isso é isento, podendo governar para o povo. O monarca pensa nas próximas gerações, o presidente pensa nas próximas eleições.
      Por isso precisamos retomar o desenvolvimento de nosso Brasil em bases sólidas, acabando com as mazelas da corrupção e dos governantes oportunistas e aventureiros. Precisamos restaurar a monarquia parlamentarista no Brasil, colocando nossa família imperial novamente na chefia da nação. São os trinetos e tetranetos de D.Pedro II nossa última reserva moral para dar ao Brasil e a todos nos a grandeza que tanto sonhamos.
      Junte-se a nós conhecendo, estudando e divulgando a causa monárquica. Merecemos, nós e as próximas gerações um Brasil digno, honesto e virtuoso. Viva o Brasil! Viva a Monarquia!

Endereços em defesa do Brasil e da causa monárquica:




sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

ENDÓFORA


     A endófora é a referência que fazemos a elementos internos do texto. Pode assumir duas formas: a anáfora (referência a algo que já dissemos) e a catáfora (referência a algo que ainda vamos dizer). Na dúvida entre as formas esse/essa, este/esta, lembre-se da ordem alfabética: o "s" vem antes do "t". Assim, se procurarmos no dicionário, as formas essa/esse, vêm antes de esta/este. Duplinhas como essa/esse apontam para cima, para algo que já foi dito no texto, fazem referências anafóricas. Duplinhas como esta/este apontam para baixo, para algo que vamos dizer no texto, são referências catafóricas. E para eliminar todas as dúvidas, basta ler as postagens sobre ANÁFORA e CATÁFORA.

(Dica do professor Alessandro Rodrigues, licenciado em Letras - Português e Latim - pela UFRGS, Licenciando em Letras - Português e Grego - pela UFRGS, mestrando em Literatura Portuguesa e Literaturas Luso-africanas pela UFRGS)


Jussinara


Jogo suspiros aos ventos uivantes,
Um após outro, olhando as flores,
Sofro de amor, a maior dentre as dores,
Sonho e padeço em todos instantes.

Ilha tão bela nos mares distantes,
Noite tão doce em suaves frescores,
Anjo qu'incita os mais belos amores,
Rio que afoga a todos os amantes,

Ah se eu pudesse retê-la em meus braços,
Ter os seus beijos, pra sempre e sem fim,
Essa que corta meu peito em pedaços,

Ah se soubesse qu'eu sofro assim,
Mas outro já sorve seus doces abraços!
Olhos qu'eu amo e não olham p'ra mim!

                    Alessandro Pereira Rodrigues, julho, 20**

CATÁFORA


     A catáfora é a referência que fazemos a algo que ainda vamos dizer no texto. O trecho abaixo, do livro Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, ilustra a referência catafórica:

"[...] Começou então a fazer a cada um um sermão, em que se mostrava muito sentido por ter sido obrigado a chegar àquele excesso, e que terminava sempre por esta pergunta:
- Então você em que se ocupa? [...]"

     A palavra "esta" faz referência à palavra pergunta, e a palavra "pergunta", por sua vez, nos remete a uma indagação que ainda será feita no texto. Outras formas muito comuns para referências catafóricas são as palavras este, esta, isto, neste, nesta, nisto, e seus plurais. Os enunciados abaixo exemplificam o uso da catáfora:

a) Após ler as regras de crase, Jõao chegou a esta conclusão: "É um assunto complicado".

b) Nosso problema é este: a desigualdade social.

c) João andou léguas pensando nisto: se ganhar na loteria, nunca mais trabalhará.



     Nos três enunciados acima, as palavras em negrito apontam para algo que será dito no texto, por isso, são referências catafóricas.

ATENÇÃO

     Além de apontar para baixo, no texto, a catáfora também pode apontar para a esquerda, para o trecho ou ideia imediatamente anterior, como ilustra o este exemplo de Simões Lopes Neto, no conto "No manantial":

"[...]
     Mas, perto da pomba andava rondando o gavião. Na restinguinha, obra de um quarto de légua pra lá do Mariano, morava um tal de Chico Triste, que tinha filhos como rato, e o mais veho era já homem feito.
     Este, que pro caso chamava-se Chicão, andava mui enrabichado pela Maria Altina. [...]"

    A palavra "este", embora seja utilizada em referências catafóricas, aqui aponta para trás, não para algo que está muito acima no texto (o que representaria uma anáfora), mas para o que está imediatamente atrás, aqui, o trecho sublinhado. O uso da forma "esse" não seria de todo equivocado, mas traria uma certa imprecisão ao texto, pois poderia apontar tanto para o trecho sublinhado como para Chico Triste, Mariano ou mesmo para o gavião. O uso do vocábulo "este" traz uma precisão incrível ao texto, pois delimita exatamente sobre o que se está falando.

O CONTEXTO SITUACIONAL


     Vejamos este trecho do livro Canudos, de Euclides da Cunha:

"[...] Canudos não se rendeu
 
     Fechemos este livro. Exemplo único em toda a história, resistiu até o esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente 5 mil soldados.
     Forremo-nos à tarefa de descrever seus últimos momentos. Nem poderíamos fazê-lo. Esta página, imaginamo-la sempre profundamente emocionante e trágica; mas cerramo-la, vaciante e sem brilhos. [...]"

     A palavra "este" refere-se ao próprio livro Os sertões. A palavra "esta" pode ser interpretada como uma referência dupla, tanto à página que Euclides escrevia e que encerrava seu livro, como também à "página da história", o desfecho da guerra de Canudos, que se descortinava ao olhos do jornalista.

     Outro exemplo:

     Em 1968 a ditadura baixou o AI5. Este, dissolvia o congresso, eliminava as eleições e aumentava a repressão. Nesse ano ocorreram muitos protestos.

     A palavra "este" refere-se ao elemento imediatamente anterior, ou seja,  ao AI5. Já a palavra "nesse" refere-se ao ano de 1968, sendo um bom exemplo de anáfora, pois aponta para algo que está bem antes no texto.

     Os últimos exemplos:

Os alunos estudaram muito para a prova do ENEM neste ano.
("neste" refere-se ao ano em que estamos. Para utilizar a forma anafórica "nesse", teríamos que especificar o ano de que estamos falando - e que não seja o ano corrente)

Nesta aula, estuda-se muito.
("Nesta" refere-se à aula em que estamos)
 
(Dica do professor Alessandro Rodrigues, licenciado em Letras - Português e Latim - pela UFRGS, Licenciando em Letras - Português e Grego - pela UFRGS, mestrando em Literatura Portuguesa e Literaturas Luso-africanas pela UFRGS)













quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

ANÁFORA

A anáfora é a referência que fazemos a algo que já foi dito no texto. Vamos ver um exemplo no texto do conto O Alienista, de Machado de Assis:

"[...] - A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único. Itaguaí é o meu universo.
     Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência [...]"

     A palavra "isso" refere-se a algo que já foi dito no texto. Outras formas anafórias mais comuns são: esse, essa, nesse, nessa, etc.

     O texto abaixo ilustra outras formas de referência anafórica:

     Havia um rei que tinha uma filha. Era ele não só muito impertinente, mas desconfiado. Logo que a criança nasceu, meteu-a numa torre onde ela permanecia trancada. Contudo, permitia-lhe sair ao jardim, passear pelo terraço, mas não consentia que [-] frequentasse reuniões ou [-] fizesse visitas.

     Todos os termos em negrito referem-se ao antecedente referencial "uma filha". O encadeamento de referentes é o seguinte:

uma filha - Referente antecedente
a criança - Anáfora nominal
a - Anáfora pronominal
ela - Anáfora pronominal
-lhe - Anáfora pronominal
[-] - Anáfora através da elipse
[-] - Anáfora através da elipse


(Dica do professor Alessandro Rodrigues, licenciado em Letras - Português e Latim - pela UFRGS, Licenciando em Letras - Português e Grego - pela UFRGS, mestrando em Literatura Portuguesa e Literaturas Luso-africanas pela UFRGS)
 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013


        Alone                                                    Sozinho

From childhood's hour I have not been      Eu não fui, pela minha infância afora,
As others were; I have not seen                 Como os outros foram; eu não vi outrora
As others saw; I could not bring                 Como os outros viram; e eu não pude ainda,
My passions from a common spring.          colher minhas paixões numa primavera linda.
From the same source I have not taken    Da mesma fonte eu não pude retirar,
My sorrow; I could not awaken                  Minha dor; Eu não pude despertar
My heart to joy at the same tone;              Meu coração para a alegria pelo mesmo caminho;
And all I loved, I loved alone.                      E tudo o que eu amei, eu amei sozinho.
Then- in my childhood, in the dawn            Então, na minha infância, na alvorada
Of a most stormy life- was drawn              De uma vida turbulenta foi pintada
From every depth of good and ill               com cada nuance do mal e do bem
The mystery which binds me still:              O mistério que ainda hoje me mantém.
From the torrent, or the fountain,              Desde a torrente ou da fonte,
From the red cliff of the mountain,            Desde o rubro pico de um monte,
From the sun that round me rolled            A partir do sol que se eleva e circudeia
In its autumn tint of gold,                           Em sua áurea tinta outonal que incendeia,
From the lightning in the sky                      A partir do raio no céu azulado
As it passed me flying by,                            Enquanto ele passa voando ao meu lado,
From the thunder and the storm,               A partir do trovão e do temporal
And the cloud that took the form                E da nuvem que se transforma, afinal,
(When the rest of Heaven was blue)          (Enquanto o restante do céu resplandecia)
Of a demon in my view.                               Num demônio que ao meu olhar aparecia.

Edgar Allan Poe, traduzido por Alessandro Pereira Rodrigues, aos 25 de Outubro de 2013