O
Brasil precisa restaurar a Monarquia Parlamentar, urgentemente!!!
Muitas pessoas acham a monarquia um regime ultrapassado, dispendioso e antidemocrático. Acham, pois não buscam informações e permanecem uma vida inteira mergulhados no “achismo”. Por isso exponho alguns dados relevantes para reflexão.
Dentre
os 14 países com mais desenvolvidos do mundo, 8 são
monarquias (Noruega, Austrália, Holanda, Nova Zelândia,
Canadá, Dinamarca, Suécia, Reino Unido) enquanto que os
14 países mais pobres do mundo são todos repúblicas1.
Não é verdade que as monarquias são caras. Cito
o exemplo da monarquia no Reino Unido: o orçamento para a
família real britânica em 2010 foi de £ 40
milhões, mas a monarquia britânica gerou um lucro de £
200 milhões para o Reino Unido, oriundo da Crown Estate,
entidade que administra as propriedades monárquicas, que geram
receita por várias fontes, dentre elas o turismo2.
A monarquia favorece a democracia, vale lembrar que um sistema de
monarquia parlamentarista é bicameral, ou seja, possui um
senado e uma câmara de deputados. Foi o sistema que vigorou no
Brasil entre 1822 e 1889, com eleições regulares,
alternância de partidos, sem nenhum golpe ou estado de sítio.
Certamente alguém dirá: “se há deputados, há
corrupção.”. Ocorre que no caso do Brasil, com o
quarto poder, chamado Poder Moderador, exercido pelo monarca, sempre
que a câmara ou senado se mostrasse corrupta, ela podia ser
dissolvida pelo soberano que imediatamente convocava novas eleições.
O Brasil
nasceu pela tradição monárquica, primeiro com a
Coroa Portuguesa, desde 1500 até o século XIX. Após
a independência, proclamada por D.Pedro I em 7 de setembro de
1822, a tradição monárquica foi mantida pelos
descendentes de D.João VI. A própria ata de declaração
da independência foi assinada no senado pela Imperatriz
Leopoldina, que regia o Brasil durante as viagens de D. Pedro I pelo
interior do Brasil. Efetivamente, nossa independência foi ato
da Imperatriz Leopoldina, nossa primeira governante.
Com a
abdicação de D.Pedro I, o trono passou a seu filho,
D.Pedro II, certamente o maior estadista que já tivemos.
Durante seu reinado, o Brasil consolidou sua unidade política,
ampliou suas receitas pela agricultura de exportação,
abriu estradas, ferrovias. Em 1876 numa feira na Filadélfia,
EUA, Graham Bell apresentava ao mundo seu invento, o telefone, e já
em 1877 era implantada a primeira linha telefônica no Rio de
Janeiro.
D. Pedro
II era respeitado e admirado por pessoas como Graham Bell, Charles
Darwin, Victor Hugo, Friedrich Nietzsche, além de ser amigo de
Richard Wagner, Luis Pasteur, Jean Martin Charcot, Henri Wadsworth
Longfellow.
Tamanho
foi o prestígio do Brasil monárquico que nosso país
atuou diversas vezes como árbitro em litígios
internacionais em que eram parte EUA, França, Alemanha, dentre
outras nações.
Também
a questão da escravidão foi resolvida com grande
prudência: não podia o governo aboli-la de uma só
vez pois isso resultaria em confronto direto com a elite cafeicultora
e açucareira, desencadeando, possívelmente uma guerra civil, como ocorreu nos EUA durante a Guerra da Secessão. Por isso o império brasileiro tratou da
abolição por etapas: com a lei Eusébio de
Queiroz (1850), Lei do ventre livre (1871), Lei dos sexagenários
(1885) e por fim, a abolição em 1888, assinada pela
Princesa Isabel que governou o Brasil enquanto D. Pedro II estava
doente.
Um ano
após o último golpe contra a escravidão, que
descontentou os cafeicultores, foi a vez destes darem um golpe na
monarquia, aproveitando-se de dissidências militares, depondo
e banindo o nosso melhor governante que partiu para o exílio
na Europa. Na partida do imperador deposto, o golpista Marechal
Deodoro ofereceu-lhe uma indenização milionária,
que D. Pedro II prontamente recusou pois o dinheiro não era do
Marechal mas do povo brasileiro. Foi o maior exemplo de honestidade,
de moralidade, de probidade, virtudes das quais estamos tão
carentes nos dias de hoje.
Após
o golpe instaurou-se a República, que não melhorou a
vida do povo, provocou mais mortes do que a independência, sem
falar no genocídio de Canudos. Em 126 anos de República
tivemos seis constituições, três golpes
militares, fomos vítimas de opressão, repressão,
com incompetentes e oportunistas ocupando o cargo de presidente. Para
se manter como forma de governo, a república proibiu até
1988 que se defendesse a monarquia. Hoje vemos um escândalo de
corrupção atrás de outro. E infelizmente não
temos mais um imperador para dissolver uma câmara corrupta e
convocar novas eleições. Somos obrigados a suportar os
corruptos até o fim de seus mandatos.
O que
pouca gente sabe, pois não nos é ensinado nas escolas,
é que o Brasil possui uma Família Imperial, legítima
herdeira do trono de D. Pedro II, composta por seus descendentes.
Pela linha de sucessão temos os trinetos de D.Pedro II são
D. Luiz Gastão de Orleans e Bragança (1º
sucessor), D. Bertrand de Orleans e Bragança (2º
sucessor), D. Antônio João de Orleans e Bragança
(3º sucessor), e os tetranetos de D.Pedro II, D. Rafael Antônio
Maria de Orleans e Bragança (4º sucessor) e D Maria
Gabriela Fernanda de Orleans e Bragança (5ª sucessora).
Não
podemos mais ser governados por qualquer um, por políticos
aventureiros e oportunistas financiados por empresas, pois, quando
eleitos, governam não para o povo mas para seus financiadores.
Precisamos de um monarca, herdeiro da tradição de D.
Pedro II, preparado desde a infância para governar. Precisamos
de um monarca que não é financiado por empresas e por
isso é isento, podendo governar para o povo. O monarca pensa
nas próximas gerações, o presidente pensa nas
próximas eleições.
Por isso
precisamos retomar o desenvolvimento de nosso Brasil em bases
sólidas, acabando com as mazelas da corrupção e
dos governantes oportunistas e aventureiros. Precisamos restaurar a
monarquia parlamentarista no Brasil, colocando nossa família
imperial novamente na chefia da nação. São os
trinetos e tetranetos de D.Pedro II nossa última reserva moral
para dar ao Brasil e a todos nos a grandeza que tanto sonhamos.
Junte-se
a nós conhecendo, estudando e divulgando a causa monárquica.
Merecemos, nós e as próximas gerações um
Brasil digno, honesto e virtuoso. Viva o Brasil! Viva a Monarquia!
Endereços
em defesa do Brasil e da causa monárquica:
1 https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano#Lista_completa_dos_pa.C3.ADses
(acesso em 16/06/2015)
2 http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/1395
(acesso em 16/06/2015)

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