Amigo(a)
Jornalista,
A crise
política a que assistimos não é a crise de um
partido ou governo, é a crise do regime de república
presidencialista, importado por um grupo de militares descontentes
que, seduzidos por civis ávidos de poder, depuseram e baniram
o Imperador D. Pedro II e sua família.
O
sistema republicano, manipulável e manipulado, faz a alegria
do empresariado estrangeiro, o qual financia, elege e derruba
“governantes” sempre de acordo com seus interesses. Os políticos
legislam em causa própria visando apenas à próxima
eleição. Enquanto isso, o povo, os trabalhadores e os
jornalistas penam num país saqueado pela corrupção.
Mas o
Brasil nem sempre foi assim: quando éramos uma Monarquia
Parlamentarista tínhamos o Poder Moderador, exercido por D.
Pedro II, que podia demitir maus governantes e fiscalizava os
políticos. Foi famoso o “lápis fatídico”
com o qual o Imperador anotava em seu caderninho o nome dos
corruptos, que ficavam impedidos de assumir cargos públicos.
Nossa pátria tinha impostos sob controle, inflação
controlada, moeda forte, reputação internacional e,
acima de tudo, liberdade de imprensa.
O Brasil
caminhava para um futuro brilhante: com a Princesa Isabel teríamos
uma reforma agrária com a concessão de terras aos
negros alforriados, teríamos o voto feminino ainda no século
XIX, seríamos a vanguarda das nações. Mas um
urubu pousou na nossa sorte: com o golpe militar de 15 de novembro de
1889 veio a imunidade parlamentar, veio a chacina de Canudos, veio o
caudilhismo, 3 golpes militares, 6 constituições,
instabilidade, inflação e o descaramento dos políticos
que nos escandaliza hoje. E apenas um mês e meio após a
derrubada da Monarquia veio a chamada “Lei da rolha” em 23 de
dezembro de 1889, que plantou no Brasil a censura, palavra que a
imprensa desconhecia no regime monárquico. Um dos pilares da
democracia é a liberdade de imprensa, e esta nunca apanhou
tanto e se viu tão ameaçada como nesses 126 anos de
República.
Peço
ao(à) amigo(a) jornalista que neste natal, ao estourar uma
champanhe ou espumante, lembre-se que aquela rolha serviu de nome ao
primeiro atentado contra esses profissionais da defesa da liberdade
de opinião, informação e pensamento. Lembre-se
que com apenas um mês de vida a República já
atentou contra sua profissão e até hoje, dia sim dia
não, tenta amordaçá-la. Mas lembre-se, acima de
tudo, que há um braço forte para defendê-lo(a):
está ali em São Paulo, é o bisneto da Princesa
Isabel, Dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança, nosso
imperador de jure. Convido o(a) amigo(a) a aclamá-lo, para que
ele tire do bolso o lápis fatídico de seu tetravô
e, com esse lápis, risque a corrupção de nossa
política para que você, com sua caneta, possa escrever
um novo futuro para o Brasil, cheio de boas notícias. Feliz
Natal.
Acesse o
site oficial da Família Imperial Brasileira:
Junte-se
ao movimento monárquico:
Porto
Alegre, 15 de dezembro de 2015
Alessandro
Pereira Rodrigues
Servidor
público, Monarquista.
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